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quinta-feira, 2 de maio de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
Quero
Quero. Quero teus melhores beijos, teus olhares mais sinceros e tuas palavras mais verdadeiras. Quero poder tocar tuas mãos, teus lábios e teu coração. Quero te ter por completo para mim e ser completamente tua. Quero te botar no colo e ninar como criança. Quero te ver descansar em meu peito como se fosse tua morada. Quero beijo de chegada, abraço apertado e andar de mãos dadas. Quero carinho e tranquilidade, mas também quero fogo e sensualidade. Quero poder te ter nos momentos tristes e nos felizes, poder te amparar e te fazer sorrir sempre. Quero beijos suaves seguidos de abraços delicados, mas também quero amassos repletos de paixão. Quero dormir de conchinha e depois acordar antes de ti, só para poder te ver dormir como um anjo. Quero te fazer feliz, e com isso, ser feliz também. Quero te querer e quero que me queiras também.
Deds
domingo, 31 de março de 2013
sobre paixão, média de público e futebol no interior.
Não é segredo para ninguém o time que torço, o Brasil. Tenho orgulho de usar vermelho e preto para ir aos jogos, de gritar até perder a voz para apoia-lo. Mas esse não é um texto sobre minha paixão pelo meu time, e sim sobre a paixão que deveria haver por outros times do interior (ok, um pouco sobre a minha paixão também).
Eu sei que a vida de um torcedor de um time pequeno não é fácil. As vezes sequer jogamos metade do ano e nossos times não são bons. É muito mais excitante torcer para um Internacional ou um Grêmio da vida, times que disputam campeonatos internacionais, enquanto nós ficamos com a 2a divisão gaúcha, a Copinha e no máximo uma série C do Brasileirão. E é por isso que eu admiro AMBOS os times de maior torcida de Pelotas, tanto o Brasil quanto o Pelotas. Sim, em certo ponto eu - que cresci aprendendo a odiar qualquer coisa que viesse do co-irmão - admiro a torcida do Pelotas.
Nossa cidade é uma das únicas conhecidas por não dobrar joelhos à capital, e isso é um motivo de orgulho. Nossa cidade é conhecida por encher estádios com sua própria torcida quando a dupla Grenal vem jogar aqui. Se existe algo que eu me orgulho de Pelotas é isso, e não sua fama pelos doces ou coisas afins.
Então analisamos o público da Série A do Gauchão - eu sequer falarei da divisão de acesso. Obviamente quando envolvida, a torcida da dupla enche os estádios, mas quando o jogo é no interior - entre times do interior - a média de público chega a ser deprimente. Sinceramente não venho acompanhando o campeonato como fazia em outros anos, talvez por meu próprio time não estar jogando ele, mas sempre que vejo algum jogo ou leio alguma notícia sinto-me envergonhada pelos times do interior. Envergonhada e com pena, pois sei bem como esses times sobrevivem na maioria das vezes: da renda do jogo. Então vemos uma equipe como o Canoas tendo uma média de 47 - sim, QUARENTA E SETE PESSOAS - por jogo. Nenhum time sobrevive com uma torcida de 47 pessoas por jogo. Concordo que assistir jogos como Canoas contra, sei lá, Veranópolis (que tem uma pífia média de 135 pessoas por jogo) é tortura, eu mesma já assisti jogos como Brasil x Sindicato dos Atletas - e não aconselho, principalmente no inverno e nas cadeiras.
Não sei se é o mítico clima esportivo de Pelotas que trás os torcedores para os estádios, mas eu realmente não compreendo como alguém não pode apoiar o time de sua própria cidade. A experiência de ver um jogo de futebol - mesmo que seja contra o Sindicato dos Atletas - no estádio é uma coisa divina. Meu primeiro jogo no estádio foi horrível, meu time perdeu de 3x0, caiu um temporal e na época eu tinha medo de trovões. Faltou luz e eu fui me refugiar do medo na sala de troféus do Bento Freitas. Foi em 2003, eu era uma menininha de 9 anos, mas eu me apaixonei. Aquela aurea, aquele espírito, é algo que a televisão não transmite. A sensação de se preparar um domingo todo para o jogo - desde envergar o uniforme, tirar a bandeira do armário, buzinar para outros torcedores, receber gritos de paixão, ganhar ou até perder o jogo - é algo que todos devem experimentar.
É algo que eu ensinarei para meus filhos: vai ao estádio, torce pro time daqui, seja sócio, vá aos clássicos da tua cidade, ajude o teu clube, ajude a tua gente. Meus bisavós ensinaram isso aos meus avós. Meus avós ensinaram isso ao meu pai. Meu pai me ensinou isso.
Érica
Eu sei que a vida de um torcedor de um time pequeno não é fácil. As vezes sequer jogamos metade do ano e nossos times não são bons. É muito mais excitante torcer para um Internacional ou um Grêmio da vida, times que disputam campeonatos internacionais, enquanto nós ficamos com a 2a divisão gaúcha, a Copinha e no máximo uma série C do Brasileirão. E é por isso que eu admiro AMBOS os times de maior torcida de Pelotas, tanto o Brasil quanto o Pelotas. Sim, em certo ponto eu - que cresci aprendendo a odiar qualquer coisa que viesse do co-irmão - admiro a torcida do Pelotas.
Nossa cidade é uma das únicas conhecidas por não dobrar joelhos à capital, e isso é um motivo de orgulho. Nossa cidade é conhecida por encher estádios com sua própria torcida quando a dupla Grenal vem jogar aqui. Se existe algo que eu me orgulho de Pelotas é isso, e não sua fama pelos doces ou coisas afins.
Então analisamos o público da Série A do Gauchão - eu sequer falarei da divisão de acesso. Obviamente quando envolvida, a torcida da dupla enche os estádios, mas quando o jogo é no interior - entre times do interior - a média de público chega a ser deprimente. Sinceramente não venho acompanhando o campeonato como fazia em outros anos, talvez por meu próprio time não estar jogando ele, mas sempre que vejo algum jogo ou leio alguma notícia sinto-me envergonhada pelos times do interior. Envergonhada e com pena, pois sei bem como esses times sobrevivem na maioria das vezes: da renda do jogo. Então vemos uma equipe como o Canoas tendo uma média de 47 - sim, QUARENTA E SETE PESSOAS - por jogo. Nenhum time sobrevive com uma torcida de 47 pessoas por jogo. Concordo que assistir jogos como Canoas contra, sei lá, Veranópolis (que tem uma pífia média de 135 pessoas por jogo) é tortura, eu mesma já assisti jogos como Brasil x Sindicato dos Atletas - e não aconselho, principalmente no inverno e nas cadeiras.
Não sei se é o mítico clima esportivo de Pelotas que trás os torcedores para os estádios, mas eu realmente não compreendo como alguém não pode apoiar o time de sua própria cidade. A experiência de ver um jogo de futebol - mesmo que seja contra o Sindicato dos Atletas - no estádio é uma coisa divina. Meu primeiro jogo no estádio foi horrível, meu time perdeu de 3x0, caiu um temporal e na época eu tinha medo de trovões. Faltou luz e eu fui me refugiar do medo na sala de troféus do Bento Freitas. Foi em 2003, eu era uma menininha de 9 anos, mas eu me apaixonei. Aquela aurea, aquele espírito, é algo que a televisão não transmite. A sensação de se preparar um domingo todo para o jogo - desde envergar o uniforme, tirar a bandeira do armário, buzinar para outros torcedores, receber gritos de paixão, ganhar ou até perder o jogo - é algo que todos devem experimentar.
É algo que eu ensinarei para meus filhos: vai ao estádio, torce pro time daqui, seja sócio, vá aos clássicos da tua cidade, ajude o teu clube, ajude a tua gente. Meus bisavós ensinaram isso aos meus avós. Meus avós ensinaram isso ao meu pai. Meu pai me ensinou isso.
Érica
sexta-feira, 22 de março de 2013
O Lado Bom da Vida
Meh.
Li O Lado Bom da Vida depois de ver o filme homônimo e, sinceramente, não achei grande coisa. O livro conta a história de Pat Peoples, um homem que acaba de sair de um instituto psicológico e é viciado em exercícios e em voltar com sua mulher - acreditando que o "tempo de separados" irá acabar logo. Toda a história é centrada nas atitudes do personagem principal, todas voltadas para que sua ex-mulher ache que ele é um homem melhor e queira voltar com ele, tornando o livro muito repetitivo. Pat acaba conhecendo Tiffany, uma pessoa tão transtornada psicologicamente quanto ele e assim começa a história de amor. Ela induz ele a ser parceiro de dança dela, fazendo com que ele perca os jogos dos Eagles (a única coisa que mantinha seu relacionamento com o pai estável), mentindo dizendo que podia fazer ele entrar em contato com Nikki, a ex-mulher.
Particularmente achei o filme melhor que o livro, não sei se pela narrativa cansativa ou por causa do Bradley Cooper (risos). A história muda bastante e para melhor. Mas ainda não acho que a Jennifer Lawrence tenha merecido o Oscar - e olha que eu admiro muito ela. Chris Tucker como Danny está incrível, assim como o Robert DeNiro como Pat Sr.
Eu não leria o livro de novo, mas veria o filme.
Érica
quarta-feira, 20 de março de 2013
Quinze músicas dos Beatles que você deve ouvir...
...caso não tenha o feito ainda.
Óbvio que você aí conhece essas músicas que citarei, mas eu estava aqui pensando em algo para postar então o shuffle do iTunes escolheu uma bela trilha sonora para minha decisão: Something. Daí resolvi compartilhar minhas quinze músicas preferidas dos Fab Four. E sim, tentarei deixar em ordem de preferência, mesmo sendo difícil - para vocês terem uma ideia, a principio seriam dez...
15. Help
14. Ticket To Ride
13. Back In the USSR
12. Eleanor Rigby
11. Yesterday
10. Helter Skelter
9. Here Comes The Sun
8. Sgt. Peppers Reprise
7. Dear Prudence
6. Sexy Sadie
5. All You Need is Love
4. A Day in the Life
3. Hey Jude
2. Come Together
Essa música me apresentou oficialmente Beatles. Eu conhecia de nome, mas depois que li Segredos e procurei essa música que comecei a gostar da banda.
1. Something
Óbvio que você aí conhece essas músicas que citarei, mas eu estava aqui pensando em algo para postar então o shuffle do iTunes escolheu uma bela trilha sonora para minha decisão: Something. Daí resolvi compartilhar minhas quinze músicas preferidas dos Fab Four. E sim, tentarei deixar em ordem de preferência, mesmo sendo difícil - para vocês terem uma ideia, a principio seriam dez...
15. Help
14. Ticket To Ride
13. Back In the USSR
12. Eleanor Rigby
11. Yesterday
10. Helter Skelter
9. Here Comes The Sun
8. Sgt. Peppers Reprise
7. Dear Prudence
6. Sexy Sadie
5. All You Need is Love
4. A Day in the Life
3. Hey Jude
2. Come Together
Essa música me apresentou oficialmente Beatles. Eu conhecia de nome, mas depois que li Segredos e procurei essa música que comecei a gostar da banda.
1. Something
Quando fui no show do Paul McCartney em Porto Alegre em 2010 estava no ápice do meu vício em Beatles e ainda não conhecia muitas músicas do próprio ou dele com o Wings. Mas foi o melhor show da minha vida e a ficha que eu estava vendo uma lenda ao vivo caiu nessa música, quando chegou na parte do "I don't knowwwwwww" e 50mil pessoas gritaram a plenos pulmões, eu chorei. Chorei de verdade e é a partir desse dia que considero essa música uma das favoritas.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Maria Alice
Via a pobreza na rua e ficava tristíssima. Quando chegava em casa, chorava e rezava. Todos os dias era a mesma coisa. Até que um dia ouviu uma voz a lhe dizer:
- Para de rezar, Maria Alice, e vai fazer alguma coisa para acabar com a pobreza nas ruas. Rezar não vai tirar pobre da miséria, não vai dar comida pra faminto, não vai fazer triste feliz.
Não era deus, não era voz divina, era apenas seu marido, que estava cansado de ouvi-la lamentar todas as noites antes de dormir.
Deds
- Para de rezar, Maria Alice, e vai fazer alguma coisa para acabar com a pobreza nas ruas. Rezar não vai tirar pobre da miséria, não vai dar comida pra faminto, não vai fazer triste feliz.
Não era deus, não era voz divina, era apenas seu marido, que estava cansado de ouvi-la lamentar todas as noites antes de dormir.
Deds
Projeto paralelo
Olá vocês.
Hoje o post não é conto, não é resenha -tecnicamente é, mas não aqui- , não é nada, eu só queria convidar vocês pra verem um novo blog meu em parceria com dois colegas da faculdade, Jean e Luiza. Ele é basicamente um projeto da faculdade, onde tínhamos que apresentar o desenvolvimento de uma resenha... Talvez tenhamos fugido um pouco do propósito, mas acho que está bem legal para quem se interessa por um dos três livros que serão tratados lá.
As postagens começaram dia 28, e vamos postar apenas até -mais ou menos- dia 18, quando acaba o projeto (e o semestre, se tudo der certo, rs).
Caso queiram conferir, o link é: http://oladobomdosolsticiodosmagos.blogspot.com.br/
PS: Encaixei na categoria de resenhas pelo fato do blog ser sobre o desenvolvimento de uma resenha, apenas.
Hoje o post não é conto, não é resenha -tecnicamente é, mas não aqui- , não é nada, eu só queria convidar vocês pra verem um novo blog meu em parceria com dois colegas da faculdade, Jean e Luiza. Ele é basicamente um projeto da faculdade, onde tínhamos que apresentar o desenvolvimento de uma resenha... Talvez tenhamos fugido um pouco do propósito, mas acho que está bem legal para quem se interessa por um dos três livros que serão tratados lá.
As postagens começaram dia 28, e vamos postar apenas até -mais ou menos- dia 18, quando acaba o projeto (e o semestre, se tudo der certo, rs).
Caso queiram conferir, o link é: http://oladobomdosolsticiodosmagos.blogspot.com.br/
PS: Encaixei na categoria de resenhas pelo fato do blog ser sobre o desenvolvimento de uma resenha, apenas.
Deds.
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