segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Será a morte a solução?


Demorei para postar de novo em virtude da faculdade que anda me enlouquecendo, mas estou aqui de volta, não pensem que esqueci de vocês! E hoje venho com um textinho, uma reflexão, um pensamento muuuuito forte meu por esses tempos... Boa leitura!


  Seu peito doía, era uma dor quase insuportável  e as vezes nem quase, era de fato insuportável  Queria arrancar aquele sentimento de seu peito e atear fogo, não aguentava mais. Chorava todos os dias, quase não tinha mais lágrimas para derramar. Estava exausta. Queria mesmo se matar, já havia tentado algumas vezes, mas não havia obtido sucesso, seus amigos haviam a salvo. No calor do momento tinha dito à todos que os odiava por a terem salvo, que queria ter morrido, não queria mais estar ali e eles tinham estragado a vontade e a escolha dela. Todavia, eles sabiam que ela não falava a verdade, que, por mais que estivesse sofrendo agora, era forte o suficiente para enfrentar toda essa dor. Manuela era a que mais a apoiava, ia todos os dias à casa de Valentina para conversar e tentar diminuir sua dor. Talvez ela fosse o motivo por qual Valentina não tentava se matar há mais de 3 meses.
  "Suicidar-me irá solucionar todos os problemas" disse Valentina, pelo quarto dia seguido. E recebeu instantaneamente de Manuela um "Deixa de dizer bobagem, a pior coisa que tu pode fazer é isso! Será que não vais perceber nunca?". Dito isso resolveu ir para casa e deixar Valentina pensando sobre o assunto. Estava preocupada com a volta da insistência dela em se matar, temia que acontecesse de novo, e mais, temia que dessa vez ela conseguisse. Valentina tinha feito diversos planos para sua morte, mas não havia tido coragem o suficiente para executá-los ainda, não depois de tudo que Manuela vinha lhe dizendo nesses últimos dias. Por mais que achasse que sua morte seria melhor para todos, não podia deixar de concordar quando Manuela dizia que as pessoas sentiriam sua falta, ou que ao menos ela sentiria. Podia ter certeza que ninguém mais notaria sua morte, mas também não podia negar que Manuela se machucaria, pois era a única que não havia desistido dela.
  Ficou a tarde e a noite toda pensando nas palavras de Manuela, ouvindo ela dizer o quão egoísta era pensar em se matar de novo, que não bastava já ter tentado outras vezes? Não bastava ter feito sua família sofrer antes? E o pior, não se importava com o que ela, a pessoa que mais se importava com ela, iria sentir? O que ela queria não era se matar, causar problemas e dor para os outros, mas simplesmente sumir, nunca ter existido. Queria se livrar de toda a dor que tinha acumulado com o tempo, mas sem que gerasse consequências nas pessoas que ela -infelizmente- ainda amava. Manuela a fazia pensar se ainda valia a pena, se de fato morrer seria a solução de todos os problemas... Depois de tantas conversas, tantas palavras e tantos conselhos que Manuela havia lhe dado, Valentina já não tinha mais tanta certeza.


Espero que tenham gostado do texto e aproveitem para pensar no assunto também.
Ah, e um conselho para vocês: Tudo passa.
A morte nunca será a solução dos seus problemas, ou quem sabe, pode ser a solução dos TEUS problemas, mas irá criar diversos outros pros teus amigos, tua família, teu amor... E eu tenho certeza que por mais ferrada que esteja a tua vida, ela pode melhorar, basta ter força de vontade e acreditar. Por isso eu digo também: Confiem nos amigos de vocês, porque eles podem aliviar dores impressionantes, aquelas que a gente achava que eram impossíveis de passarem.


Deds.

Trilogia Cinquenta Tons - E. L. James

[SPOILER ALERT!]

Eu li Cinquenta Tons. Duas vezes.

Primeira coisa que vocês tem que entender sobre mim é que eu sou meio masoquista quando o assunto é livros. Meu gosto por eles é meio diferente, e por isso eu não posso dizer que odiei o Cinquenta Tons – claro que como qualquer ser humano normal eu posso ver as falhas dele.
Vamos iniciar falando um pouco de cada livro. Se eu tivesse que defini-los em poucas palavras seriam estas a baixo.


Cinquenta Tons de Cinza: Menina recatada encontra o homem sonho de qualquer mulher porém ele é completamente problemático. Tem contratos, gravatas, cintos e mimimi.
Cinquenta Tons Mais Escuros: O casal volta e é feliz de novo até entrar um terceiro e um quarto elemento na relação. Temos bolas tailandesas, tapas, tapas com bolas tailandesas, Christian submisso, pedidos de casamento e mais mimimi.
Cinquenta Tons de Liberdade: Eles se casam, e quando achavam que poderiam ser felizes o quarto elemento resolve infernizar a vida deles. Tem algemas, bolas tailandesas de novo, gravidez, sequestro, pancadaria, Christian submisso (my bad) e MAIS MIMIMI.
Podemos resumir os três livros em duas palavras: mimimi (isso é uma palavra?) e sexo. A Anastasia passa chorando e #xatiada e Christian, nosso sonho de homem, acha que pode resolver tudo com sexo (bom, não vamos negar que, néam).

Ok, vamos analisar tudo que engloba os livros. Obviamente eles foram mal escritos, tão mal escritos que as vezes doía. E ele era, originalmente, uma fanfic de Crepúsculo – o que me fez comparar CADA ACONTECIMENTO RELEVANTE do livro com o que aconteceu nos quatro livros do Twilight... Tudo bem, já era de se esperar, mas poxa vida E. L. James, você poderia ter sido mais criativa.
            Além disso, o que a senhora caracteriza no livro como masoquismo está mais para sexo angelical comparado ao verdadeiro sadomasoquismo (não que eu seja uma especialista nisso, pelo amor de todos os deuses). Tudo bem ele o Christian nunca chega a ser realmente o Dominador e a Anastasia a Submissa, mas poxa vida né.
           
            Mas o livro não é de todo ruim. Graças a ele o sexo não é um assunto tão proibido, como vinha sendo caracterizado. Obviamente que precisar de um livro que contenha cenas eróticas para que a população possa a vir discutir o assunto é a maior bobeira do mundo, mas mesmo assim ao menos não é mais feio discutir sobre sexo. Infelizmente as pessoas tiveram que precisar de um livro pra largar toda essa coisa puritana.
            E tenho que admitir que a história não é a pior coisa que já li, tendo alguns pontos positivos inclusive. O fim do primeiro livro, quando a Ana encontra a Leila no apartamento dela e o acesso de submissão do Christian no segundo livro, a gravidez e a tentativa de salvar a Mia do sequestro no terceiro livro. Essas são as que eu mais gostei, mas tem muitas outras cenas boas também.

            Não foi o melhor livro que li na minha vida, nem de longe. Mas não me arrependo de ter lido, e acho que seria uma experiência interessante para aqueles que ainda consideram o sexo algo “sujo”. Além disso, todas vai se apaixonar pelo Grey, sério. Eu inclusive cheguei a sonhar com o maldito...

p.s.: Graças ao Cinquenta Tons, agora temos tipo vinte mil livros de putaria pra ler. E como um copo d’agua e putaria não se nega a ninguém, eu já tô lendo uma outra série. Assim que eu acabar ela eu venho falar aqui.


Érica


domingo, 9 de dezembro de 2012

A Culpa é das Estrelas

John Green é um grande Filho da Mãe. O cara é um gênio mas um grandessíssimo e genuíno Filho da Mãe. Ele é o autor de "A Culpa é das Estrelas"; que é aquele tipo de livro incrível, esmagador, depressivo e que da vontade de ler e reler e reler e reler e reler. Eu li ele em umas quatro horas, e MEU DEUS, que livro incrível.

Eu sei, eu to repetitiva. Então aqui vai um resumo com-o-mínimo-de-spoiler-possível:

Hazel é uma garota de dezesseis anos que sofre de um câncer terminal - "o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico". Ela é obrigada pela mãe a ir a um Grupo de Apoio a Crianças e lá conhece o Augustus - ou Gus - e a partir daí começa a viver uma das histórias de amor mais verdadeira, linda e triste que já li. Ela é uma paciente terminal de um câncer de pulmão - tem como eterno companheiro um tanque de oxigênio - e ele teve um osteossarcoma e utiliza uma prótese no lugar de uma das pernas. Juntos eles conversam abertamente sobre a vida, o câncer e seus medos; um quer deixar sua marca e a outra não quer causar estragos quando se for. Faço também uma menção honrosa ao Isaac, que foi quem levou o Augustus para o grupo. O pobre coitado acaba cego e sem namorada, mas acredito que todos os leitores guardaram ele em um lugar especial no coração.

Não vou falar da história em si mais por que vou acabar falando das piores (ou melhores) partes. Ele não é aquele livro mórbido de histórias de quem tem câncer, inclusive eu o descreveria como uma comédia melancólica - eu gostaria de ter sido amiga dos três que citei ali em cima, eles sempre tem diálogos cheios de humor, ironia e sinceridade. Esse livro contou um lado da história real do câncer, as vezes não se está no 80%, mas sim no 20%.

Ah, quem ler vai precisar de um rolo de papel higiênico. A dose de tristeza vem em dobro do que da de "engraçadez" (ok, não sei se é por estar escrevendo isso as 5:42 da manhã ou por que não existe o equivalente substantivo para engraçado). Juro que chorei da metade até o fim do livro, mas não esqueçam que eu sou problemática. Mas vocês vão chorar, qualquer um que não tenha um coração de pedra deve chorar.

Eu só queria encontrar esse maldito John Green. Dar um abraço nele, dizer que eu o amo e ao mesmo tempo encher ele de porrada.
Maldito incrível escritor. Vá arder no inferno, seu lindo.

Sério, leiam.

Érica.

ps: OKAY

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Abrindo espaço para novos estilos musicais


Tenho toda essa pegada de "rock é vida", gosto do estilo das roupas e tudo mais, mas isso não quer dizer que eu escute apenas bandas de rock, e por isso que hoje quero falar sobre outros cantores que tenho escutado e gostado bastante. Começando por Maria Rita -que está tocando neste exato momento- filha de Elis Regina, as duas tem uma voz bem parecida, por mais que as músicas que escutei até agora da Elis sejam bem mais calmas do que a de Maria Rita... Nesse mesmo estilo outras cantoras boas são: Maria Bethânia, Gal Costa, Nara Leão. E umas mais novas: Roberta Sá, Marisa Monte, Adriana Calcanhotto, Vanessa da Mata. E também tem mais algumas com um estilo parecido e agora estão sendo mais vistas no cenário musical que são Tulipa Ruiz, Mariana Aydar, Karina Buhr e Tiê.
Para não dizer que tenho escutado só mulheres, também tenho escutado muito Marcelo Jeneci, Thiago Pethit, Cícero, Pélico, Marcelo Camelo, Apanhador Só, dentre outros. Todos são um estilo musical diferente do que eu estava acostumada a sempre ouvir que, no caso, eram meus queridos rocks e os pops que dão na rádio todos os dias. E é exatamente por ser algo que não escutamos todos os dias na mídia que eu quis trazer eles e talvez até apresentar para vocês.
Não vou me deter em falar de cada um dos citados pois viraria um post massante e vocês cansariam de ler ele rapidinho, por isso vou parando por aqui de citar cantores e bandas boas e deixando vocês com uma música.
Fiquei pensando de qual deles eu colocaria uma música e foi quase impossível escolher só um... Então resolvi escolher uma mulher e um homem. E meus escolhidos foram Tulipa Ruiz e Cícero, por serem mais novos no cenário musical, como eu havia citado anteriormente.

Aqui um pouco de Tulipa Ruiz para vocês, com a música Efêmera:


E agora, uma calminha do Cícero para vocês dormirem bem tranquilinhos:



Boa noite, e espero que vocês tenham gostado das minhas dicas!

Deds

John Frusciante - Shaddows Collide with People



SHADOWS COLLIDE WITH PEOPLE
John Frusciante – 2004



Acredito que todos conheçam o trabalho de John Frusciante com o Red Hot Chili Peppers, onde mostrou ser um dos maiores guitarristas vivos, porém muitos não devem conhecer o trabalho solo dele – que é incrível. Ainda não ouvi todos os álbuns lançados por ele, então vou falando um pouco de cada vez.

Shadows Collide with People foi lançado em 2004 e é o quarto álbum de estúdio lançado pelo JF. Tem duração de uma hora dividida em 19 músicas: Carvel, Omission, Regret, Richy, Second Walk, Every Person, -00Ghost27, Wednesday’s Song, This Cold, Failure33 Object, Song to Sing When I’m Lonely, Time Goes Back, In Relief, Water, Of Before, Cut-Out, Chances, 23 Go in to End, The Slaughter e a faixa bonus Of Before. Além da colaboração de Klinghoffer– guitarrista que substituiu John no RHCP; Omar Rodriguez-Lopez (Mars Volta), Flea e Chad Smith (RHCP) também tem participação importante no disco. Das dezenove faixas, três são instrumentais – e, particularmente, as que menos gosto – e as outras dezesseis foram compostas pelo Frusciante, com exceção  de Omission e -00Ghost27 que tiveram a colaboração de Josh Klinghoffer.

As letras das músicas de John vem normalmente carregadas com suas experiências além do longo e complicado passado com as drogas e muitos sentimentos e emoções: “Ricky” e “Second Walk” por exemplo, têm versos sobre ser você mesmo e ter medo de ser – quando ele entrou no Red Hot Chilli Peppers criou um “personagem”, não era ele mesmo.  As músicas são uma mistura de letra e instrumental bons, a vocalização das  letras não ficaria igual caso fosse com outro artista – isso parece ser meio louco – mas acredito que todo sentimento que ele escreve na letra, transpassa também por sua voz (além da melodia na música!).


Sou suspeita para falar, já que minha paixão platônica atual é o proprio JF. 
           
O cd inteiro pra vocês apreciarem

Esta sou eu ouvindo John Frusciante....


Um beijo e até mais! =)

Érica
            

sobre

O blog foi criado a partir do desejo de quatro amigos de transmitir ao mundo as coisas que mais amam, os livros que leem, os cds que escutam, os filmes que choram vendo, e etc. Nossa vida gira em torno disso, do que nos faz sentir. Nada mais justo que compartilhemos o que sentimos com vocês.

segunda feira blues
Aqui postaremos crônicas sobre nosso cotidiano - além de eventuais poemas, poesias e contos.

na sua estante
Parte dedicada a dicas e resenhas de livros, cds, filmes, shows.

amor é prosa, sexo é poesia
Textos e crônicas sobre amor e sexo.

a lista
Serão feitas listas de músicas, pessoas, livros - ou o que quer que seja.


... E o ácido?
O nome foi criando enquanto tentávamos procurar um nome disponível. Eu (a Érica) fui testando nomes avulsos e estranhos (que incluíam unicórnios e duendes) até que a Cássia falou: Tá Érica, e o ácido?, e eu OH WAIT. Decidimos que esse nome seria o melhor.



equipe

Érica Barros, 17 anos e estudante de jornalismo. Amo/sou: música, fotografia, amor, livros, séries, filmes e café/chá. Não tenho uma banda favorita e sou casada com várias pessoas em minha cabeça. Vivo sonhando acordada e criando historias em minha cabeça sobre as pessoas/situações que vejo na rua - acredito que tudo que está ao meu redor pode servir de inspiração para um bom conto, uma boa crônica ou seja lá o que eu decida escrever. Sou meio prolixa e dislexica, além de surda e de ter uma péssima dicção. Mas também sou risonha, choro fácil e sou querida (quando as pessoas são comigo). Minha vida se resume a arte: quando eu não poder mais escrever, fotografar ou até desenhar (algo que não faço muito bem, mas...) ela não fará mais sentido.
Contato: epiresb@gmail.com
my magic shelf
facebook

Cássia Tavares, 17 anos e estudante de jornalismo. Respiro música e literatura 24 horas por dia e tento me arriscar nas duas. Sou apaixonada por cinema, fotografia, livros, discos, história, viagens, amigos, olhares, abraços, teatro, séries de TV, bichos, tatuagens, guitarras, café, whisky, cerveja gelada, mar, morangos com chocolate [...]  Tenho uma queda por todas as artes na verdade, por tudo o que é cultura. Me fascina a troca de bagagens e emoções proporcionada por elas. Gosto de observar as pessoas e de senti-las. Geralmente me encanto pelas pessoas “malucas”. Me atrai tudo aquilo que contesta, que provoca. As coisas que me tiram da zona de conforto, embaralham minha lógica e me fazem arriscar, criar coragem e improvisar. Não consigo engolir um pensamento pela metade, preciso ir ao fundo dele, chorar ou morrer de rir para depois seguir em frente. Vou mudando em cada esquina, deixando e encontrando parte de mim. Sou alguém tentando levar a vida em meio às próprias contradições e enxergando poesia nas coisas mais bestas.


Andressa Machado, mais conhecida por Deds, 18 anos e estudante de jornalismo. Minha maior paixão é escrever, acho que desde que me conheço por gente esse é meu grande amor, mas nos últimos tempos adquiri novos hobbies, que são fotografar e desenhar. Tenho vários sonhos, todavia os mais fortes são de conquistar a minha liberdade e viajar pelo mundo com as pessoas que eu amo. O primeiro livro que realmente li e fez com que eu me apaixonasse pela literatura foi Harry Potter e até hoje tenho grande apreço pela obra. Até certo tempo atrás era meio coração de pedra, até que conseguiram quebrar essa muralha que eu tinha criado em volta de mim para me proteger, desde então virei uma pessoa muito sensível, choro fácil e rio mais ainda. Tenho um círculo de amigos não muito grande, mas aqueles que posso contar para todas as horas. Como todo mundo, tenho meus defeitos, sou muito instável, ciumenta, teimosa e cheia de frescuras, mas acredito ter um lado bom também. Sou gamada em sorrisos, abraços, beijos, e essas simples demonstrações de afeto fazem com que meus dias sejam completos.
Contato: deds-pel@hotmail.com
last resort
facebook

Bira Vinholes, 18 anos, estudante de jornalismo, só pra não perder a linha, mas na verdade de medicina. Escrever não é exatamente um prazer, mas algo que faço meio no ímpeto, de vez  em quando, como uma força bulímica literária; o cinema estou conhecendo agora, mas é impressionante seu poder; a arte plástica gosto, mas julgo não entender; a música... é algo mais sereno, acho... Gosto de várias coisas, mas elas dependem muito do momento pra serem ditas como preferidas ou as pra toda vida, mas menos ou mais algumas coisas sempre me encantam em algum nível, como ver algo que nunca tinha visto num caminho que sempre faço, ou uma criança sorrindo, tirar as meias, comida boa, cerveja e uísque, experiências novas, enterrar os dentes nas balas de gelatina com forma de dentadura. e sei lá mais o quê, mas não vou seguir mais a onda Amélie Poulain. Não tenho um livro, um artista ou coisa do tipo preferidos, até porque não sou muito bom em decidir coisas, mas gosto de muitos nomes e títulos e amo quando as pessoas me dão dicas boas, parece que - ou realmente - ela me conhecem, isso reconforta e assusta um pouco. Isso já está muito grande e ainda não disse algo que valha, mas, não sei mais o que falar, talvez que tudo que fale bamboleia entre o impulso, a vontade de novas experiências, e o grande, mas muito grande ceticismo; e vou brincando nesse meio.
Contato: biravinholes_06@yahoo.com.br
sem outro blog por impulso destrutivo
http://www.facebook.com/biravinholes?ref=tn_tnmn